Os Efeitos da Música na Memória

 

“É impressionante a força da arte que vence preconceitos e supera barreiras e obstáculos” (Ritamaria Aguiar)

 

A música passou a constituir elementos de estudos de neurociências; não somente estuda-la como entidade artística; ouvir e produzir música envolve praticamente todas as funções cognitivas.

Segundo Lent, Roberto (“Cem Bilhões de Neurônios” – Editora Atheneu – SP, 2002).

A neurociência é uma ciência relativamente nova voltada para o desenvolvimento da química, da estrutura, da formação, função e à compreensão do Sistema Nervoso Central.

Atualmente as pesquisas têm revelado a existência de interações neurais que provocam reações humanas ao estímulo musical, mostrando que o nosso cérebro tem circuitos diferentes para: perceber, processar e tocar a música.

“Neurociência é o estudo da realização física da informação do Sistema Nervoso”.

Os aspectos sonoros alteram e refletem nas expectativas musicais, na mudança de frequência e, na amplitude dos ritmos elétricos cerebrais.

Quando se houve Mozart há uma melhora considerável no desempenho neuropsicológico. Por exemplo: o mapeamento cerebral mostra a diminuição do estresse ao ouvir a Sonata a 02 pianos em ReMk448.

As melodias simples – têm tempo mais ou menos curto para estimular o sistema de recompensa.

A equação é correta: quanto mais música, mais o cérebro aprende a encontrar e antecipar padrões em melodias e ritmos cada vez mais complexos e assim, mais músicas complexas quer ouvir.

Por: Ritamaria Aguiar

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